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Dolce & Gabbana Light Blue Women, EDT

Imagem: Reprodução

 

 

Conheço (e uso) o Light Blue desde 2005. E, mais uma vez, a Sepha acertou no perfume ao enviá-lo para que fizesse a resenha.

 

Light Blue é para mulheres modernas que gostam do estilo de vida elegante e casual. Traduzindo o sol intenso e as noites deslumbrantes, essa fragrância refrescante e intensa representa a sensualidade do Mediterrâneo. 

Notas de Cabeça: Maçã, cedro siciliano.
Notas de Coração: Bambu, rosa branca, jasmin.
Notas de Fundo: Âmbar, cedro, musk.

Família Olfativa: Floral Frutal

Disponível em embalagens com 25, 50 e 100 ml

Preço: de R$ 172 (25 ml) a 369 (100 ml) – Brasil

 

Já não sei quantos vidros de Light Blue usei. Quando morei no Rio, por causa do clima quente da cidade, acabei substituindo o L’au par Kenzo que usei por anos por este Dolce & Gabbana.

Acho que a fragrância tem muito a ver com o clima quente e de praia que tem o Rio: é fresca, leve e dura o dia todo, deixando aquele cheirinho que remete a “banho tomado”. É um perfume agradável tanto para quem usa, quanto para quem está próximo.

Na verdade, a fragrância do Light Blue – não sei se por influência de tê-lo usado na última temporada que morei no Rio – tem um cheiro que me remete ao mar, embora ache que isso é mais coisa da minha memória olfativa que das notas do perfume.

E também por causa da memória olfativa acabei o deixando de lado recentemente. Quando fui para o RS, usando o Light Blue, várias pessoas próximas gostaram, compraram e começaram a usar o perfume (morávamos em cidade de fronteira, então era fácil e barato comprar perfumes “importados”).

Resultado: como sempre alguém próximo estava com ele, chegou um ponto que nem mais sentia a fragrância e parei de usá-la.

Outra coisa: sou muito chata para perfumes. Acho que aquele cheiro é o meu – ou o da outra pessoa. Se eu e mais alguém próximo usamos o mesmo perfume, mesmo que por coincidência, simplesmente (e naturalmente) não consigo mais usá-lo.

De uns anos para cá minha chatice aumentou tanto com isso – acho que depois da história do Light Blue – que desconverso quando alguém me pergunta que perfume estou usando. Ou digo apenas a marca. Se a pessoa insistir, minto descaradamente (a louca).

E faço o caminho inverso também. Se me encantar pelo perfume que seja de alguém próximo ou querido, abro mão de usá-lo.

Isso aconteceu recentemente com o L’Imperatrice, o 3 de D&G. Adorei o perfume quando recebemos as miniaturas para resenha, mas sei que ele é um dos preferidos da Renata. Mesmo não morando próximas fisicamente uma da outra, achei que ficaria muito estranho andar por aí com o “perfume da Renata”. Mesmo se viesse a usá-lo, tenho certeza que acabaria o deixando de lado por isso.

Coisa de maluco, não é? rs Mas enfim, cada doido com sua mania

O Light Blue é um perfume que vale tentar voltar a usá-lo. Quem sabe não me apaixono por ele novamente?

Já aconteceu isso com vocês? De a memória olfativa ser forte de tal maneira que deixasse de usar certo perfume por isso?

2 Comentários

  1. Cinthya Sobral

    15 de fevereiro de 2012 em 17:47

    Clau, ri muito com esse post! Sou EXATAMENTE assim, sem tirar nem colocar.

    Não gosto de dizer o perfume que estou usando, normalmente falo que não lembro e, se a pessoa insiste, falo a marca tb, kkkkkkk. Se alguém que conheço começa a usar o MEU perfume, logo procuro outro pra trocar. Me identifiquei em tudo!

    Bjos

  2. Kárin Cardoso

    15 de fevereiro de 2012 em 09:12

    Clau, eu também tenho essa mania que não querer mais usar um perfume se todo mundo a meu lado também resolve usar, e também não gosto de dizer qual estou usando… vai entender.

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